Originalmente composto por três amigos de escola, o Linkin Park teve sua formação inicial com Mike Shinoda, Brad Delson e Rob Bourdon.[20] Após se formarem, os rapazes da Califórnia começaram a levar sua música mais a sério, chamando Joe Hahn, Dave "Phoenix" Farrell e Mark Wakefield para compor a banda, na época chamada Xero. Apesar dos poucos recursos disponíveis, a banda começou a gravar algumas canções no quarto de Shinoda que fora transformado em um pequeno estúdio em 1996.[20][21] Tensões e frustrações dentro da banda cresceram depois que eles falharam em fechar um acordo com uma gravadora.[20] A falta do sucesso e de direção do grupo fez com que Wakefield, que na época era o vocalista, deixasse a banda para perseguir outros projetos.[20][21] Farrell também deixou a banda para sair em turnê com o Tasty Snax e outros grupos.[22][23]
Rob Bourdon na bateria.
Depois de muito tempo procurando um substituto para o lugar de Wakefield, o Xero recrutou o vocalista nativo do Arizona, Chester Bennington. Jeff Blue, vice-presidente da Zomba Music, o indicou para o grupo em março de 1999.[24] Bennington, ex-membro do Grey Daze, se destacou por seu vocal ser potente. A banda então decidiu mudar o nome de Xero para Hybrid Theory.[22] O entrosamento entre Shinoda e Bennington ajudou a reviver a banda e então eles começaram a escrever músicas novas.[20] O renascimento grupo fez com que eles trocassem o nome no processo; de Hybrid Theory, o nome mudou para Linkin Park, em uma espécie de homenagem ao Lincoln Park, em Santa Mônica, Califórnia, local onde os integrantes da banda costumavam se encontrar, porém a idéia inicial de usar o nome igual ao do próprio parque fracassou por questões de direitos autorais.[20] Contudo, apesar dessas mudanças, a banda ainda lutava para assinar um acordo com uma gravadora. Depois de serem rejeitados por vários Selos, Linkin Park voltou-se para Jeff Blue, um renomado produtor musical, por ajuda.[25] Após a fracassada busca pela Warner Bros. Records diante de três tentativas, Jeff, agora vice-presidente da Warner, ajudou a banda a finalmente assinar um acordo com a gravadora em 1999. O grupo então lançou seu primeiro álbum de estúdio, Hybrid Theory, no ano seguinte.[24]....
Em 1999, a banda começou a trabalhar em tempo integral no primeiro projeto. Naquele mesmo ano, eles lançaram uma fita demo expondo seu trabalho pela primeira vez.[20] O grupo levou então esta fita para várias gravadoras e chegaram a fazer quarenta e duas apresentações diferentes para empresários e produtores musicais de Los Angeles.[26][27] Contudo, eles acabaram sendo rejeitados por várias gravadoras.[28] A banda assinou então com a Warner Bros. Records ainda em 1999, devido a recomendação do produtor musical Jeff Blue.[26][29]
Após várias dificuldades de achar um produtor disposto a ajudar uma banda ainda nova com seu álbum de estréia, o empresário Don Gilmore concordou em entrar no projeto,[26] junto com o produtor Andy Wallace que trabalhou na mixagem. A gravação, que de início foi simplesmente uma re-gragavação da fita demo, começou no NRG Recordings em North Hollywood, Califórnia, no início do ano 2000 e durou quatro semanas.[26] O rap de Shinoda sofreu grandes modificações da versão original apresentada na demo, enquanto os refrões não sofreram muitas alterações.[30] A saída de Dave Farrell, que estava comprometido com outra banda, a Christian ska, forçou o Linkin Park a contratar os baixistas Scott Koziol e Ian Hornbeck para substituí-lo; o guitarrista Brad Delson também acabou por tocar o baixo em algumas faixas do álbum. Os Dust Brothers, grupo formado pelos produtores Michael Simpson e John King[31], também ajudaram fornecendo algumas batidas (beats) para a faixa “With You”.[28]
Bennington e Shinoda escreveram as letras das canções de Hybrid Theory baseado em outras demos feitas com o ex-integrante Mark Wakefield.[28] Shinoda caracterizou as letras como interpretações de sentimentos, emoções de experiências universais, como “emoções de que você pode falar e pode pensar a respeito.”[32][33] Bennington descreveu o processo de composição do álbum para a revista Rolling Stone em 2002:
É facil cair naquela cilada — 'pobre de mim, pobre de mim', é dai que canções como 'Crawling' vem: Eu não posso me aguentar. Canções como essa falam sobre assumir a responsabilidade pela sua situação. Em "Crawling", eu não falo 'você' em nenhum momento. É sobre eu ser o motivo de estar como estou. Tem alguma coisa que me agarra e me puxa para baixo...
Linkin Park é uma banda de rock dos Estados Unidos formada em 1996 em Agoura Hills, Califórnia.[8] Desde a sua formação, a banda já vendeu mais de 52 milhões de álbuns[9] e ganhou dois Grammy Awards.[10][11] Eles tiveram o sucesso alcançado em 2000, com o seu álbum de estreia, Hybrid Theory, que foi certificado pela RIAA como disco de diamante em 2005.[12] O álbum seguinte, Meteora, continuou o sucesso da banda, com o topo no gráfico de álbuns Billboard 200 em 2003, e foi seguido por um extenso trabalho de caridades e de turnês em todo o mundo.[13] Em 2003, Linkin Park foi nomeada pela MTV2 a sexta maior banda da era de videoclipes e a terceira melhor do novo milénio atrás de Oasis e Coldplay.[14]
O terceiro álbum de estúdio, Minutes to Midnight, atingiu o topo das paradas da Billboard e teve a terceira melhor estréia na semana de qualquer outro álbum e foi o disco mais vendido no mundo em 2007.[15][16] O trabalho mais recente da banda, A Thousand Suns, foi lançado oficialmente em 14 de setembro de 2010, e se tornou líder de vendas em mais de quinze países.[17][18] Eles também são conhecidos por suas várias colaborações, mais notavelmente com o rapper Jay-Z no seu álbum Collision Course, e muitos outros artistas em Reanimation.[19]
O movimento trad jazz e vinda de artistas de blues para a Grã-Bretanha, e a versão de Lonnie Donegan para "Rock Island Line" em 1955 a música skiffle passou a inspirar muitos jovens a terem um caminho musical[14]. Dentre eles, John Lennon e Paul McCartney, cujo grupo The Quarrymen formado em Março de 1957, iria mudar gradativamente e se transformar em The Beatles[15]. Estes desenvolvimentos primário no Reino Unido era uma responda criativa ao rock and roll americano, que teve um impacto global. Na Grã-Bretanha, bandas de skiffle, gravaram em pleno florescimento da cultura entre os jovens antes da era do rock, cor e barreiras foram deixando de ser um problema com a ideia de separar "race records" já estava chegando ao fim. Inúmeros jovens britânicos escutavam R&B e os pioneiros do rock e começaram a formar suas próprias bandas. A Grã-Bretanha se tornou rapidamente um novo centro de rock and roll.
Em 1958 três adolescentes britânicos criaram Cliff Richard e os Drifters (mais tarde renomeado Cliff Richard e The Shadows). O grupo gravou um hit, "Move It", a marcação não só aquilo que é detido para ser o primeiro verdadeiro rock and roll feito na Grã-Bretanha, mas também o início de um som diferente, o rock britânico. Richard e sua banda introduziu muitas alterações importantes na Grã-Bretanha, tais como a utilização de uma "guitarra base" (Hank Marvin) e um baixo elétrico.
A cena britânica desenvolveu, com os outros, incluindo Tommy Steele, Adam Faith e Billy Fury vying para imitar as estrelas dos EUA. Alguns shows tiveram bastante popularidade na Grã-Bretanha, um exemplo os do Gene Vincent. Isto inspirou muitos jovens britânicos a comprar discos cada vez mais e seguir o cenário musical, lançando assim as bases para a Beatlemania.
No início dos anos 1960, a música instrumental foi muito popular no Reino Unido. Hits como "Apache" por The Shadows e "Telstar" pelo The Tornados (produzido por Joe Meek), formam uma filial britânica da música instrumental.
Ao mesmo tempo, no final dos anos 1950 e início dos anos 1960, fãs de R&B, como Alexis Korner criavam um autêntico blues americano em clubes londrinos, e em outros lugares, num momento em que esta música teve um declínio de popularidade de nos EUA. Isto proporcionou diretamente formação de grupos como The Beatles, em Liverpool, The Rolling Stones e The Yardbirds, em Londres, The Animals em, Newcastle, e Them, em Belfast[16] . Nos EUA, esses grupos se tornaram conhecidos como parte da Invasão Britânica.
Desde o seu início na década de cinquenta até o início dos anos sessenta, a música rock and roll gerou novos estilos de danças. Adolescentes encontraram no ritmo irregular do Contratempo a brecha para reavivar a dança jitterbug da era das big bands. Danças Sock-hops, de ginásio ou de festas em porões residenciais tornaram-se uma mania, e os jovens norte-americanos assistiam ao programa de televisão American Coreto, apresentado por Dick Clark, para se manter atualizados sobre os mais recentes estilos de dança e moda. A partir de meados dos anos 1960, quando o 'rock and roll' gradualmente tornou-se 'rock', este influenciou danças de gêneros musicais seguintes, começando pelo twist, e conduziu em direção ao funk, disco, house e techno.
Durante a guerra do Vietnã, o termo "Rock and Roll" se referia ao disparo com uma arma automática (geralmente o fuzil M-16), empunhando a arma no quadril como uma guitarra. Era muitas vezes utilizado o termo "Let's Rock and Roll"[13].
Um ídolo teen geralmente era um artista que atraía um grande número de seguidores, principalmente adolescentes do sexo feminino, devido à sua boa aparência e ao seu apelo sexual, assim como suas qualidades musicais. Um bom exemplo é Frank Sinatra na década de 1940, embora um exemplo anterior possa ser Rudy Vallée. Com o nascimento do rock and roll, Elvis Presley se tornou um dos maiores ídolos teen de todos os tempos. Seu sucesso levou os promoters à criação deliberada de novos ídolos 'rock and roll', tais como Frankie Avalon e Ricky Nelson. Outros músicos daquela época também atingiram popularidade.
Seguidos por muitos outros artistas com grande apelo para um público adolescente, incluindo os Beatles e os Monkees, estes ídolos teen não eram só conhecidos pela sua cativante música pop, mas também pela boa aparência que desempenhava um importante papel no seu sucesso. Foi por isso que algumas revistas, exclusivamente orientada para o público jovem ("16 Magazine", "Tiger Beat", etc), foram criadas. Essas revistas mensais tipicamente estampavam um ídolo teen popular na capa, bem como fotografias atraentes, uma seção de Perguntas & Respostas, e uma lista de predileções de cada ídolo (ou seja, cor favorita, legume favorito, cor do cabelo favorito, etc.). Os ídolos teen também influenciaram da produção de desenhos animados matutinos a brinquedos, entre outros produtos. No auge da popularidade do ídolo teen, não era incomum para ver perucas inspiradas no corte de cabelo dos Beatles, por exemplo.
O rock and roll surgiu em uma época em que as tensões raciais nos Estados Unidos estavam próximos de vir à tona. Os negros norte-americanos protestavam contra a segregação de escolas e instalações públicas. A doutrina racista "separate but equal" foi nominalmente derrubada pela Suprema Corte em 1954, mas a difícil tarefa de fazer respeitar a decisão estava por vir. Este novo gênero musical combinando elementos das músicas branca e negra inevitavelmente provocou fortes reações.
Depois do "The Moondog Coronation Ball", as gravadoras logo compreenderam que havia mercado formado pelo público branco para a música negra que estava para além das fronteiras estilísticas do rhythm and blues. Mesmo o preconceito considerável e as barreiras raciais não podiam barrar as forças do mercado. O rock and roll tornou-se um sucesso de um dia para outro nos EUA, fazendo ondulações do outro lado do Oceano Atlântico e, talvez, culminando em 1964 com a "Invasão Britânica".
Os efeitos sociais do rock and roll foram massivos mundialmente, que influenciou estilos de vida, moda, atitudes e linguagem. Além disso, o rock and roll pode ter ajudado a causa do movimento dos direitos civis, porque tanto os jovens norte-americanos brancos como os negros adoravam o gênero, que ainda derivou muitos estilos musicais: progressivo, punk, heavy metal e alternativo são apenas alguns dos gêneros que surgiram na esteira diante do Rock and Roll.